segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Marina - de Marília de Camargo César

Marina - Marília de Camargo César
Editora Mundo Cristão
Peguei esse livro emprestado de uma colega de trabalho. Tinha que ler uma biografia, não sabia de quem, e ela me indicou e emprestou o livro.
Acabou sendo uma boa escolha por dois motivos: 1) para conhecer melhor aquela que foi a minha candidata à presidência do País; e, 2) para conhecer melhor a história do Acre e do Norte do Brasil, sobre a qual eu confesso: não sabia nada.
A vida de Marina da Silva é realmente extraordinária. Merece ser lido o livro por todo aquele que se interessa um pouco por política nesse país e tem a esperança de que o Brasil melhore.
Também, como eu disse, por retratar, um pouco da história do estado do Acre e de algumas das principais figuras políticas brasileiras, como o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, e Fernando Gabeira.
Ainda, conta um pouco mais da história de Chico Mendes, esse ícone da luta ambiental do país que, segundo o professor da Universidade Federal do Acre, Elder Andrade de Paula, foi "santificado" e, na minha leitura, equiparado a um Che Guevara brasileiro. Quando o livro chega à data de falecimento dele, meus olhos encheram-se de lágrimas.
O livro não é longo, tem um pouco mais de 200 páginas e algumas fotos que ilustram a vida de Marina da Silva.
Há uma parte chata, que foca demais no cenário político e menos na vida da biografada, mas, no geral, dou nota 5 (de 5). Realmente vale a leitura.
Desafio Literário 2011
Esse texto faz parte do projeto de blogagem coletiva Desafio Literário 2011, proposto pelo blog Romance Gracinha. A resenha corresponde ao mês de Fevereiro, cujo objetivo é ler uma biografia.
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Sonho

Essa noite sonhei que estava numa casa, era uma casa que ficava abaixo do nível da rua, como se fosse um porão. Eu já sonhei com essa casa antes, mas não é um lugar que eu conheça (ao menos, acho que não). As portas e janelas estavam todas abertas. Eu estava deitada na cama, ao lado do meu namorado, provavelmente exatamente do jeito que estávamos dormindo. E então entravam dois homens na casa, eu os via entrar, eram como sombras, vultos, apenas os contornos escuros, sem rostos. Eu ficava apavorada e tentava me mexer e gritar, mas mas não conseguia. Apenas murmurava o nome do meu namorado, mas ele não acordava. Os vultos vinham e paravam ao meu lado, ao lado da cama. Um se ajoelhava, e ficava como se estivesse me olhando. O outro pegava a minha mão e dava um beijo no dorso dela e ficava segurando minha mão. Mas eu estava apavorada, ficava tentando gritar, sem conseguir, e aí acabei acordando.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Shh...

Tudo aquilo que não está escrito. O que nunca foi dito. Aquele gesto que nunca saiu do pensamento. São todas essas coisas que farão falta no final. E ele virá quando você menos imaginar. E com ele um vazio. Não muito grande, mas tampouco pequeno. Um vazio com uma agulha para fazer doer de vez em quando. Fazer doer toda vez que você quiser enfiar a mão lá dentro para tentar preencher o vazio.
Eu sinto muito, eu sinto muito mesmo. Por você e também por mim.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Sobre os fatos.

O fato é que somos duras demais. Com a gente mesma. É uma agressividade sem tamanho, voltada para si.
Eu queria que a gente fosse menos cruel.
Eu queria que eu me castigasse menos. Gostaria de sofrer menos. Mas a gente embarca numa navalha na carne e só pára quando estamos em frangalhos.
Ele vai te estender o tapete vermelho. Quando você não precisar mais dele. Ou não quiser mais.
Eu acreditava em encontros, mas a vida é desencontro. Desilusão. Decepção.
E tudo me parece sem sentido.
E eu não quero mais resolver os problemas alheios. Quero alguém que resolva os meus.
Eu tenho bastante a dar em troca. Sei que tenho.
Mas se me perguntassem quem eu sou, eu não saberia responder.
Essas são as evidências. De quem tem algo errado. Aqui. Agora.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Post 5 de fevereiro - Sobre cisnes e a ausência do querer

Meu dia hoje foi longo. Por isso escrevo esse post tão tarde.
Hoje fiz muitas coisas sob um sol escaldante.
Saímos para almoçar na Lancheria do Parque, tradicional "point" Portoalegrense, porque o namorado queria comer lá.
Eu confesso que prefiro o lugar no inverno. No verão é muito cheio, muito quente, e bastante sujo.
Mas a comida estava boa e dali fomos atrás de um brique, porque eu queria ver coisas para a minha nova casa, como louças e talheres, que tenho praticamente nenhum.
A tal loja estava fechada, mas caminhamos no sol em busca de apartamentos para alugar.
Sim, estou me mudando, mas ainda não encontrei um novo lugar para morar.
Depois disso acabamos rumando a um shopping center, porque o calor realmente estava exagerado.
Lá, encontramos uma amiga e fomos buscar refúgio no cinema, e escolhemos o filme do momento: Cisne Negro (Black Swan).
Confesso que o filme não me impactou tanto quanto eu pensei.Todos estão falando tanto sobre o filme, e sobre a performance da Natalie Portman, que eu esperava mais. Bem mais.
Depois do filme, fomos "jantar" no McDonald's, onde o atendimento é cada vez pior.
Demos tchau pra nossa amiga e fomos encarar um supermercado, em busca de víveres para comer amanhã. No supermercado, encontrei uma conhecida e o marido, com o bebezinho deles. Um fofinho, super simpático, riu muito pra mim.
Agora estou aqui, passando a limpo o dia de hoje.
Black Swan não foi tudo aquilo que eu esperava, mas foi o bastante para eu pensar em certas coisas.
Perfeccionismo, superação, libertação... esses são alguns dos temas do filme. Mas não só isso, o filme também fala sobre alcançar o que se quer.
Nina, a personagem de Natalie Portman queria muito ser a bailarina principal. Era para isso que ela se esforçava.
E eu? Esforço-me pelo quê?
Nisso estou pensando agora.
Se, por um lado, para ela atingir o que ela queria, ela teve de virar, praticamente, outra pessoa; por outro, ela conseguiu uma espécie de liberdade. Ainda assim, parece-me, não valeu a pena. Do meu ponto de vista. Quem já viu o filme talvez entenda o meu raciocínio.
Mas estou pensando nisso: será que eu me transformaria em outra pessoa pelo que quero? Será que eu seria capaz de me entregar por completo a um desejo?
Pelo visto, eu não sou capaz de nada disso. Meu perfeccionismo esbarra em minha preguiça. Minha dedicação esbarra na minha falta de desejo.
Eu quero ser mãe. Mas eu sempre coloco empecilhos a esse desejo.
Eu quero morar em outro país. Continuo aqui. Por quê?
O que será necessário a alguém obter as coisas que quer? Perder-se em si mesmo? Assassinar o lado bonzinho do caráter e assumir aquele lado negro e praticamente incontrolável?
Será que disciplina cega e obstinação sem medidas são o caminho? 
Ou será que estou exagerando e ainda não alcancei as coisas que digo querer porque, no fundo, não as quero tanto assim?
Hoje foi apenas um sábado. Eu não fiz nada de heróico, de diferente, ou de desafiador. E, no entanto, estou aqui: pensando. No que eu quero pra mim, pelos próximos 30 anos. Graças a um cisne perturbado.
Talvez eu esteja enganada. Talvez o filme tenha me impactado mais do que eu esperava.
Mas estou apenas divagando.

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Texto que eu escrevi para o Projeto 3Meia5. Só que mandei ele na madrugada, agorinha. Será que vai ser publicado? Não sei, mas espiem o projeto lá. É muito legal.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Resenha: O Mágico de Oz - L. Frank Baum

Pasmem! Como eu já havia dito, os sapatos de Dorothy, na verdade, não eram vermelhos! Eram prateados no livro. Muitos butiás rolaram do meu bolso quando descobri.
Passado o choque inicial, prossegui na leitura, que foi imensamente prazerosa. Não é à toa que este livro é um dos maiores clássicos da literatura infantil: é uma delícia! Um conto de fadas moderno, com direito a várias lições de moral nas entrelinhas.
A história todo mundo já deve conhecer, mas não custa repetir: por causa de um tornado, a casa onde Dorothy vive com a Tia Em e o Tio Henry, no Kansas, sai voando pelos ares, levando a menina e seu fiel escudeiro, o cãozinho Toto, para a mágica terra de Oz, o feiticeiro.
Logo ao chegar, Dorothy vira heróina da terra dos Munchkins: a casa dela caiu em cima da Bruxa Má do Leste. Esmagada pela casa, para horror da nossa heróina, menina boa de coração puro, da bruxa sobram apenas os sapatos prateados, que ficam de herança para Dorothy. Os sapatos são mágicos, mas a menina não sabe disso e vai viver muitas aventuras até retornar para casa.
Glinda, a Boa Bruxa do Norte, diz à menina que ela deve procurar a ajuda do grande Oz, um feiticeiro, que poderá fazer com que ela volte para casa. Para chegar até ele, Dorothy deve seguir a estrada de tijolos dourados.
O interessante é que o Kansas de Dorothy é descrito como um lugar todo cinza. Seu tio e sua tia são também pessoas "cinza", que nunca sorriem. Já Oz é um mundo colorido. E isso foi explorado no filme, que começa em sépia e depois usa a tecnologia technicolor para colorir o mundo de Oz.
A terra de Oz é divida em quatro "cantões", por assim dizer. Há a terra dos Munchkins, no Leste. Há a terra da Boa Bruxa do Sul e da Boa Bruxa do Norte, bem como a terra da Bruxa Má do Oeste, a quem Dorothy deve matar para voltar para casa. 
A cidade das Esmeraldas, onde vive o Mágico de Oz, fica no centro disso tudo.
No caminho, Dorothy encontra seus companheiros de viagem: o Espantalho, o Homem de Lata e o Leão Covarde. Eles decidem viajar com ela pois querem pedir a Oz, respectivamente: um cérebro, um coração e coragem.
No livro há personagens e passagens que não estão no filme, como a terra de porcelana, os ratos do campo, e os homens cabeça-de-martelo. É uma pena, porque essas passagens estão recheadas de mensagens nas entrelinhas. Em especial a terra de porcelana, onde todos os habitantes são feitos de porcelana, e se quebram facilmente. Me parece que a mensagem do autor, nessa passagem, foi a de que você não pode se quebrar muito (num sentido psicológico), ou nunca mais será o que era antes. Há uma personagem aqui que representa essa idéia: um palhaço. Segundo a princesa de porcelana, o palhaço não era bem certo de tanto se quebrar.
Há muitas idéias no livro, lições para Dorothy e para as crianças, sobre como encarar o mundo lá fora. 
Há passagens um tanto sanguinárias, como a cena do Homem de Lata cortando a cabeça de um gato gigante para salvar a vida da Rainha dos Ratos do Campo, ou então quando ele mata (também cortando a cabeça) todos os lobos selvagens que a Bruxa Má do Oeste manda atrás de Dorothy e seus amigos.
Dorothy é uma menina boa, que é sempre socorrida e protegida pelos amigos que faz nas terras de Oz, e consegue escapar ilesa de todas as provações que a história do livro lhe impõe. 
Apesar de ter achado o livro melhor, eu continuo amando o filme e acho que a idéia de transformar os sapatos prateados em vermelhos foi genial.
Aliás, a questão dos sapatos é total referência à questão da menina que vira mulher. Os sapatos vermelhos traduzem mais essa idéia.
Como toda fábula, a história fala das vicissitudes de crescer, deixar a infância e os amigos da infância para trás, e entrar na vida adulta. É um belo conto de fadas e aqui você pode lê-lo na íntegra (em inglês).


Esse texto faz parte do projeto de blogagem coletiva Desafio Literário 2011, proposto pelo blog Romance Gracinha. A resenha corresponde ao mês de Janeiro, cujo objetivo é ler um livro de Literatura Infanto-Juvenil.
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Brain x Heart

'All the same', said the Scarecrow, 'I shall ask for brains instead of a heart; for a fool would not know what to do with a heart if he had one'.
'I shall take the heart', returned the Tin Woodman, 'for brains do not make one happy, and happiness is the best thing in the world'.
The Wizard of Oz.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O Mágico de Oz

Finalmente comecei a ler o primeiro livro do desafio literário 2011. Para variar, estou lendo vários ao mesmo tempo, tentando, ainda, terminar o On Beauty, que está me exasperando. Ele não é propriamente ruim, mas também não é bom. A impressão que ele me passa é que foi escrito pensando em ser um roteiro de filme televisivo. Total dramalhão.
Agora O Mágico de Oz eu peguei ontem à noite pra ler e descobri que o autor dele escreveu um total de 60 livros! Muitos sobre a fantástica terra de Oz. Mas O Mágico de Oz é o primeiro, e o que fez mais sucesso, um clássico.
E é realmente maravilhoso, daqueles livros delícia de ler. Só não terminei de ler ontem mesmo porque comecei tarde e tinha que ir dormir.

O livro, naturalmente, não é tão parecido com o filme. Ou melhor: o filme é que não é tão parecido com o livro, e isso já se percebe no começo. De início, fiquei sabendo que os sapatos da bruxa, que Dorothy usa durante a história, não eram vermelhos, e sim prateados. Aqui tenho que fazer uma concessão a Victor Fleming, o diretor do também clássico filme, porque a alteração foi realmente ótima. Quem não quer aquele par de sapatos vermelhos que Judy Garland, a Dorothy, usa no filme? Viraram objeto de desejo no mundo todo.
Devo terminar de ler até o final de semana, aí posto a primeira resenha do DL2011. Enquanto isso, bem que o Tim Burton podia regravar o filme, né?

domingo, 23 de janeiro de 2011

Miles per hour

It's just an urge to be happy. Right now. Right this moment. Then you listen to music and you fall in love with some guy's voice. You think he'd make you happy. They say no one can make you happy, but yourself. But you can't. And you don't. And you need.
And I fell happy when I'm with you. But I'm a concept to you. I'm not a person. I'm a character, I'm some kind of façade of myself. I thought you really understood me, but you don't.
And yet, you love me back.
Eventhough you say no. Actually, you never say no. You just imply the no. You expect something from me, which I can't understand and therefore deliver.
I expect something from you, but you're too much of a coward to deliver.
Write me a letter.
Tell me you love me.
Life is too short, and it's getting even shorter. Let's be together. Make things together. Build something.
A LIFE together.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Hank Moody I love you!



É um romântico. Como não amar?
Chorei aqui. Ele tem toda razão.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Leituras alheias

Perdi a contagem...
Confesso que não tenho prestado muita atenção.
Outro dia tinha um cara lendo um livro, ele parecia estar se divertindo muito na leitura, mas não consegui ver de jeito nenhum qual era o livro.
Ontem, vi uma mulher lendo o indefectível "Crepúsculo".
Hoje, um cara lendo "Rostos e Gostos da Música Popular Brasileira", de Tárik de Souza.
Eu? Sigo na leitura de On Beauty.
Tenho que pegar O Mágico de Oz pra ler, que é o 1o livro do desafio literário. Vou ver se começo isso hoje ou amanhã.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Mais leituras alheias em Baires

9 de Julio te extrañamos!

Continuando os livros que andei "pescando" as pessoas lendo por Buenos Aires:

- El Psicoanalista - John Katzenbach;
- Vigiar y Castigar - Michael Focauld;
- Los Huesos de Dios - Leonardo Gori;
- In Other Rooms, Other Wonders - Daniyal Mueenuddin;
- Amsterdam - Ian McEwan;
- Minha Vida - Charles Chaplin;
- El Símbolo Perdido - Dan Brown.

Com esses encerro o leituras alheias em terras argentinas. Vamos voltar pros ônibus de Porto Alegre.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Leituras alheias em Buenos Aires

Tenho tentado ver o que as pessoas andam lendo por aqui. Claro, tem gente do mundo inteiro, então não há só livros em espanhol.
Segue a listinha desde 02.01.11:

- Karin Fossum - Se deg ikke tilbake!
- Jack Kerouak - Os subterrâneos
- H.D.F. Kitto - Los Griegos
- Milan Kundera - La Inmortalidad
- Alan Pauls - El Pasado
- Enrique Mariscal - Cuentos para regalar
- Louis de Bernieres - Birds without wings
- Fedor Dostoiweski - Los Hermanos Karamazov (escrevi o nome do autor como escrevem os argentinos)
- James Patterson - I, Alex Cross

E eu continuo no On Beauty, da Zadie Smith. Continua chato.
Comprei hoje "Historia Universal de la Infamia", de Jorge Luis Borges. Pretendo lê-lo em breve.
E tem livro novo do Gabo por aqui, acho que vou comprar.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Que tal ser blogueiro (a) por um dia em 2011?

Vi nas Necessarias e não resisti, já estou participando! Meu post sai dia 5 de fevereiro, e você pode participar também!
O Ivan Niero, inspirado no The3Six5, teve uma ideia bacana para 2011: colocou no ar o blog 3meia5, que vai contar com 365 posts de 365 autores diferentes durante o ano. E ele quer que VOCÊ, isso mesmo, você, escreva também!

Os posts serão simples, devem ser sobre alguma coisa que você fez, pensou ou cogitou fazer durante aquele dia (aquele no qual deverá publicar o post, o Ivan explica por e-mail).
Fácil!!! Então, se você já tem blog, ou se não tem, mas sente vontade de escrever, participa !

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Risca aí tu também!

01. Pagar bebidas pros seus amigos.
02. Pegar num tubarão.
03. Dizer “eu te amo” sentindo amor de verdade.
04. Abraçar uma árvore.
05. Achar que vai morrer.
06. Ficar acordado a noite inteira só pra ver o sol nascer.
07. Cultivar e comer suas próprias frutas e vegetais.
08. Dormir sob as estrelas.
09. Mudar a fralda de uma criança.
10. Ver uma estrela cadente.
11. Ficar embriagado.
12. Doar coisas para caridade.
13. Não dormir por 24 horas.
14. Olhar para o céu e achar o cruzeiro do sul.
15. Ter um ataque de riso na pior altura possível.
16. Fazer uma luta de comida.
17. Apostar e perder.
18. Convidar um estranho para sair.
19. Fazer guerrinha de papel.
20. Pegar num cordeiro.
21. Gritar o mais alto que puder.
22. Andar de montanha russa.
23. Dançar como um louco e não se preocupar se estão olhando.
24. Falar com sotaque por um dia inteiro.
25. Estar mesmo feliz com a tua vida.
26. Ter dois Hard Drives para o computador.
27. Conhecer o teu país.
28. Cuidar de alguém embriagado.
29. Ter amigos fantásticos.
30. Dançar com um estranho.
31. Fazer um passeio de noite na praia.
32. Ficar de coração partido mais tempo do que se esteve realmente apaixonado.
33. Sentar na mesa de um estranho num restaurante e comer com ele.
34. Imitar uma vaca.
35. Fingir que é um super herói.
36. Cantar no Karaokê.
37. Mergulhar.
38. Beijar na chuva.
39. Brincar na lama.
40. Brincar na chuva.
41. Apaixonar-se e não ficar de coração partido.
42. Fazer uma arte marcial.
43. Entrar num filme.
44. Ser penetra numa festa.
45. Ficar sem comer 5 dias.
46. Fazer um bolo sozinho.
47. Fazer uma tatuagem.
48. Receber flores sem razão.
49. Representar num palco.
50. Gravar música.
51. Ter um caso de uma noite.
52. Guardar um segredo.
53. Cantar bem alto no carro e não parar quando perceber que tem gente olhando.
54. Sobreviver a uma doença em que se podia ter morrido.
55. Perder dinheiro.
56. Cuidar de alguém com dor de cotovelo.
57. Fazer uma festa legal.
58. Por um piercing.
59. Partir o coração de alguém.
60. Evitar alguém de propósito.
61. Andar a cavalo.
62. Fazer uma grande cirurgia.
63. Ter uma foto sua num jornal.
64. Mudar a opinião de alguém sobre alguma coisa em que acreditas profundamente.
65. Fazer de um inseto um animal de estimação.
66. Selecionar um autor importante que não trabalhou na escola e lê-lo.
67. Comunicar-se com uma pessoa sem partilharem uma língua em comum.
68. Escrever a sua própria linguagem no computador.
69. Pensar que está vivendo um sonho.
70. Pintar o cabelo.
71. Salvar a vida de alguém. -->nunca salvei a vida de uma pessoa, mas já salvei a vida de alguns animaiszinhos, então vale, né?

via Dea Balle

E aí?

Tirei do Tumblr da Dea Balle, achei bem legal.


[] I have/had piercings besides the ears.
[] I want piercings besides the ears.
[x] I have many scars.
[] I tan easily.
[x] I wish my hair was a different color.
[x] I have friends who have never seen my natural hair color.
[] I have a tattoo.
[x] I can be self-conscious about my appearance.
[x] I have/had braces.
[] I have more than two piercings.

Embarrassment
[x] Disney movies still make me cry.
[x] I’ve laughed so hard I’ve cried.
[x] I’ve glued my hand to something.
[] I’ve laughed until some kind of beverage came out of my nose.
[] I’ve had my pants rip in public.
[x] I’ve touched something sharp/hot/etc to see if it would hurt.

Health
[x] I’ve gotten stitches.
[] I’ve broken or dislocated a bone.
[] I’ve had my tonsils removed.
[] I’ve had my wisdom teeth removed.
[x] I’ve had serious surgery.
[x] I’ve had chicken pox.

Travel
[] I’ve been to Florida.
[x] I’ve driven/ridden over 200 kilometres in one day.
[x] I’ve been on a plane.
[] I’ve been to Colombia.
[] I’ve been to Cuba.
[] I’ve been to Niagara Falls.
[] I’ve been to Ottawa.
[] I’ve been to the Caribbean.
[x] I’ve been to Europe.

Experiences
[] I’ve gotten lost in my city.
[x] I’ve seen a shooting star.
[x] I’ve wished on a shooting star.
[] I’ve seen a meteor shower.
[x] I’ve gone out in public in my pajamas.
[x] I’ve pushed all the buttons on an elevator.
[x] I’ve slapped someone.
[x] I’ve kissed someone underwater.
[] I’ve gone skinny-dipping.
[x] I’ve chugged something.
[x] I’ve crashed a car / been in a car crash.
[] I’ve been skiing.
[x] I’ve been in a musical. --> actually, I've been TO a musical.
[x] I’ve auditioned for something.
[x] I’ve been on stage.
[] I’ve caught a snowflake on my tongue.
[] I’ve sat on a rooftop at night.
[x] I’ve pranked someone.
[x] I’ve ridden in a taxi.

Honesty / Crime
[] I’ve been arrested.
[] I’ve been threatened to be arrested.
[x] I’ve broken a law.
[x] I’ve done something I promised someone I wouldn’t.
[x] I’ve done something I promised myself I wouldn’t.
[x] I’ve sneaked out.
[x] I’ve lied about my whereabouts.
[x] I’ve cheated while playing a game.
[] I’ve been in a fist fight.

Death
[x] I’m afraid of dying.
[] I hate funerals.
[x] I’ve seen someone/something die.
[] Someone close to me has attempted/committed suicide.
[x] I’ve thought about suicide before.
[] I’ve written a eulogy for myself.

Materialism
[] I own over 5 rap CDs.
[] I’m obsessed with anime/manga.
[] I collected comic books.
[x] I own a lot of makeup.
[] I own something from Pac Sun.
[x] I own something from The Gap.
[] I own something I got on E-Bay.
[] I own something from Abercrombie.
[x] I thrive on compliments.
[] I thrive on hate.

Random
[] I can sing well.
[] I’ve stolen a tray from a fast food restaurant.
[x] I open up to others easily.
[x] I watch the news occasionally or always.
[x] I don’t like to kill bugs.
[] I sing in the shower.
[] I’m a morning person.
[] I’m a sports fanatic.
[x] I twirl my hair.
[x] I care about grammar.
[] I love spam.
[] I’ve copied more than 30 CDs in a day.
[x] I bake well.
[x] My favorite color is either white, yellow, pink, blue, red, black, purple, or orange.
[] I would wear pajamas to school.
[] I like Martha Stewart.
[] I am guilty of tYpInG lIkE tHiS.
[x] I laugh at my own jokes.
[] I eat fast food weekly.
[x] I’ve not turned anything in and still got an A in a certain class.
[x] I can’t sleep if there’s a spider in the room.
[x] I’m really ticklish.
[] I like white chocolate.
[] I bite my nails.
[x] I’m good at remembering faces.
[] I’m good at remembering names.
[] I’m good at remembering dates.
[x] I have no idea what I want to do for the rest of my life.

People
[] ask if I’m anorexic/bulimic.
[] call me fat.
[] say I’m skinny.
[] say I’m ugly.
[x] say I’m pretty.
[x] spread rumors about me.
[] force me to eat.
[] say I eat too much.
[] say I eat too little.
[] don’t know I have an eating disorder.

Eating
[x] I’ve lost weight.
[x] I’ve gained weight.
[] I’m at my thinnest.
[] I’m at my biggest.
[] I’ve lost weight and kept it off.
[x] I’ve lost weight but gained it back.
[x] My weight affects my mood.
[] I weigh myself daily.
[] I’m jealous of everyone skinnier than me.
[] I feel happy when I’m hungry.
[] I get depressed after eating.
[x] I diet.
[] I’m vegan/vegetarian.
[x] I’ve skipped a meal.
[x] I’ve thrown food away.
[x] I’ve spat food out.
[x] I’ve taken diet pills.
[] I’ve used laxatives.
[] I exercise.
[] I exercise so I can eat.
[] I work out daily.
[] I’ve fainted from exhaustion.

Family
[x] I’ve sworn at my parents.
[] I’ve planned to run away from home before.
[x] I’ve run away from home.
[] My biological parents are together.
[] I have a sibling less than one year old.
[x] I want kids.
[] I’ve had kids.
[] I’ve lost a child.

Relationships
[] I’m single.
[x] I’m in a relationship.
[] I’m engaged.
[] I’m married.
[] I’m a swinger.
[] I’ve gone on a blind date.
[x] I have/had a friend with benefits.
[] I’ve hooked up with someone in little or no notice.
[x] I miss someone right now.
[] I have a fear of abandonment.
[x] I’ve gotten divorced.
[x] I’ve had feelings for someone who didn’t have them back.
[x] Someone has had feelings for me when I didn’t have them back.
[] I’ve told someone I loved them when I didn’t.
[] I’ve told someone I didn’t love them when I did.
[x] I’ve kept something from a past relationship.

Sexuality
[x] I’m a cuddler.
[x] I’ve been kissed in the rain.
[x] I’ve hugged a stranger.
[x] I’ve kissed a stranger.

Bad times
[x] I’ve consumed alcohol.
[] I regularly drink.
[x] I can’t swallow pills.
[] I can swallow numerous pills at a time without difficulty.
[x] I’ve been diagnosed with clinical depression at some point.
[x] I have/had anxiety problems.
[x] I shut others out when I’m upset.
[] I don’t have anyone to talk to when I’m upset.
[] I take anti-depressants.
[x] I’ve slept an entire day before.
[x] I’ve hurt myself on purpose before.
[] I am / have been addicted to self-harm.
[x] I’ve woken up crying.
[x] I’ve cried myself to sleep.
[x] I’ve plotted revenge.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Always MPH

Às vezes o mundo é um lugar grande e misterioso pra mim.
Leio notícias como essa e me surpreendo não com as conclusões dos cientistas, mas com o processo.
Como eles inventaram esses exames, em primeiro lugar? Por certo que para fazer tais exames eles acabam destruindo as amostras (ver Bones: The Grave Digger).
E a NASA tira fotos do sol, e coisas assim, e eu me pergunto: como? HOW?
Por vezes me sinto muito criança: tudo parece grande demais, inalcançável e incompreensível.
Minha melhor amiga do colégio está grávida e eu fico muito surpresa, porque pra mim ela ainda tem 15 anos.
Minha melhor amiga tem uma filha de 9 anos e muitas vezes eu, que acompanhei toda gravidez, que estou vendo a menina crescer (e como cresce!), simplesmente esqueço que ela tem uma filha, há NOVE ANOS.
Eu fico chocada quando penso que minha irmã mais nova, aquela pirralha, tem 31 anos já. Sequer percebo que eu já tenho 32.
Fico chocada quando vejo o quanto minha mãe envelheceu, porque sempre que penso nela, ela tem uns 40 e poucos anos.
Fico feliz, claro, quando as pessoas dizem que eu tenho 25 anos.
Mas a verdade é que eu meio que parei no tempo, lá pelos meus 22 anos. Total síndrome de Peter Pan.
Eu saí de casa cedo, com 20 anos. Eu casei cedo, com 26 anos, e separei cedo também. Num dia cabalístico, aliás: 8/8/8.
E me identifiquei total com Comer, Rezar, Amar, porque toda aquela coisa de estar casada me sufocava, me tirava a identidade.
Mas eu fui feliz
E foi difícil, foi muito, muito, muito difícil. Assim mesmo, triplamente difícil.
Esse post não é uma retrospectiva de 2010, porque 2010 não foi um ano. 2010 foi apenas parte de um ciclo que começou lá em 2008, e que eu espero esteja acabando de vez agora.
Em 2008 eu fui para Nova Iórque e tive um dos poucos dias felizes daquele ano. Acho que posso contar nos dedos os dias verdadeiramente felizes daquele ano.
Em 2009 eu fui para Buenos Aires, São Paulo e Paris e foi o pior ano da minha vida. Bateu 2002.
Mesmo tendo sido o ano em que conheci meu namorado.
Mesmo tendo sido o ano em que deixei outras coisas que me faziam mal para trás.
Porque a ruptura sempre é difícil, ainda que necessária.
Acho que ano passado eu não tive sequer um dia realmente feliz. Nem um único dia.
Foi um ano total das trevas, ainda que tenha, sim, vivido bons momentos, em especial na França e na ótima companhia da Ane.
Só quem estava lá, do meu lado, pode ter noção do que eu passei.
E mesmo com todas as quedas, os hematomas, os arranhões, e até uma cirurgia horrenda, eu ainda estou aqui.
Acreditando, ainda, que o amor existe, e é "natural, inexplicável e grandioso".
E 2010 só me deu algum sinal de que havia túnel, e luz ao final dele, quando reencontrei minha alma gêmea.
E quando recebi o cartão de natal mais lindo da vida, que não foi escrito, mas falado direto no meu ouvido.
E a minha meta para 2011 e pro resto da vida é amar. Mais e mais.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Milan Kundera gênio.




"...people don't respect the morning. An alarm clock violently wakes them up, shatters their sleep like the blow of an ax, and they immediately surrender themselves to deadly haste. Can you tell me what kind of day can follow a beginning of such violence? What happens to people whose alarm clock daily gives them a small electric shock? Each day they become more used to violence and less used to pleasure." 



"...as pessoas não respeitam as manhãs. Um alarme as acorda violentamente, corta seu sono ao meio como um machado, e elas imediatamente se rendem a essa pressa mortal. Tu podes me dizer que tipo de dia se segue a um começo de tal violência? O que acontece às pessoas cujos alarmes diariamente lhes causam um choque elétrico? A cada dia elas se tornam mais acostumadas à violência e menos acostumadas ao prazer". (em A Valsa do Adeus)

Ho ho ho!

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Desafio Literário 2011

Eis que, no último dia para participar do desafio, eu resolvo encarar.
Foi difícil fazer essa lista. Tantas opções!
Segue:

Janeiro - Literatura Infanto-Juvenil
Tenho lá em casa: O Mágico de Oz, L. Frank Baum
Reserva: Contos inacabados, J. R. R. Tolkien

Fevereiro - Biografia e/ou Memórias
Aqui vou "reciclar": comecei a ler o livro Marina - A vida por uma causa, de Marília de Camargo César, que é a biografia da Marina da Silva e larguei. Então ele entra pro desafio e eu vou terminar de lê-lo.
Reserva: Fragments, Marilyn Monroe (preciso desse livro!)

Março - Obras Épicas
Vou ler um pequeno clássico: Beowulf.
Reserva: Paraíso Perdido, John Milton.

Abril - Ficção científica
Under the Dome - Stephen King (que me espera na minha pilha)
Reserva: Fahrenheit 451, Ray Bradbury

Maio - Livro-reportagem
101 dias em Bagdá - Åsne Seierstad
Reserva: The right stuff ou The Electric Kool-Aid Acid Test, ambos do Tom Wolfe (jornalista F.O.D.A. que eu tive o privilégio de ver ao vivo, numa palestra do Fronteiras do Pensamento).

Junho - Peças teatrais
Quando eu estava no 2o grau, eu adorava ler roteiros de peças teatrais. Li Sem Plumas, do Woody Allen; Não pensa muito que dói, de Júlio Conte; dentre outros.
Mas vou pegar um clássico: Shakespeare. Tenho um livro das obras completas, e vou ler uma delas. Menos Romeu e Julieta e Muito Barulho por Nada, porque essas eu já li. Pra reserva fica o mesmo, já que tem tudo.

Julho - Novos autores
Vou prestigiar uma amiga querida e ler Outras Mulheres.
Reserva: A sordidez das pequenas coisas, Alessandro Garcia.

Agosto - Clássico da literatura brasileira
Vou ler um que fiquei devendo nas leituras pro vestibular: Dom Casmurro, Machado de Assis
Reserva: O Triste Fim de Policarpo Quaresma, Lima Barreto

Setembro - Autores regionais
Não quero ler gaúchos. Então são dois do amazonense Milton Hatoum:
Relato de um certo oriente
Reserva: Dois irmãos

Outubro - Nobel de literatura
Disgrace - J. M. Coetzee (outro que eu comecei e larguei nas primeiras páginas) (ganhou em 2003)
Reserva: Ensaio sobre a cegueira, José Saramago (ganhou em 1998)

Novembro - Contos
Aqui vou reciclar também. Dois livros que comecei e não terminei:
Contos Completos, Virginia Woolf
Reserva: Histórias Fantásticas, Bioy Casares

Dezembro - Lançamentos do ano
A escolha dos livros para esse tema será feita ao longo de 2011. Por isso não há como incluí-los na lista. Sendo assim, os livros de dezembro de 2011 será surpresa para todos.