sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Últimas da feira

A feira do livro hoje estava para lá de especial. Primeiro dia que eu consigo fazer algo além de dar "uma passadinha". Teve David Coimbra virando o pescoço pra me ver passar (me senti a própria garota de ipanema), eu podia ter dado um sorrisinho, mas passei séria. Comprei O Passado (mas vou acabar vendo o filme antes de ler o livro) e O Enigma da Culpa, este último do Moacyr Scliar. Ele me fez uma linda dedicatória. Perguntou se eu estava estudando. E eu disse que já era formada há tempos. Então ele disse: sério? Mas em que? Eu disse: sou advogada. E ele fez um "ah" suspirado e disse que médicos e advogados hoje em dia se formam cada vez mais jovens. Uma simpatia.
Teve também Rubens Edwald Filho, super simpático. E o vocalista da Cachorro Grande em momento super pai, uma cena muito meiga.
Amanhã, tem bazar na Pó de Estrela!!!! Convido todo mundo a aparecer, aquele lugar é muuuuito legal, e os bazares são show. No início do ano eu fui e comprei 2 vestidos lindos da Rufina, que agora vende na Saia (lá na Garibaldi). No último, comprei uma bolsa linda. Aliás, eu e a Carol. Eu comprei uma verde, ela uma azul. Fora que lá na Pó tem as coisinhas lindas que a Laura faz para vender. Para quem ainda não conhece, fica na Alberto Torres, pertinho da José do Patrocínio, ali na Cidade Baixa.
Ontem eu e a Tici fomos lá conferir o desfile da Espaço Boho, uma loja de roupas super legal que funciona no 2º andar da Pó. Tava ótimo. Depois saimos pelas lojinhas de roupas da Cidade Baixa, procurando coisas legais. A Tici comprou dois cintos, eu tô me guardando pro Bazar amanhã, vamos ver, tomara que eu ache algo bem legal.
Pro amigo Dr. Madureira me responder: amigo, o que a gente faz quando tem que dar um tiro no pé? Alguém fez uma merda e você tentou corrigir e quando viu está com uma arma na mão e o único alvo é seu próprio pé? Eu nem devia ficar p. assim, mas fico. Os clientes nem vão saber que eu fiquei p., mas eu fico p. Não quero juntar os documentos e até passou o prazo. Juntar esses documentos é dar um tiro no pé e eu fico tentando criar alguma argumentação para juntar com eles, mas não me ocorre nada. Maldita rescisória!!!

5 comentários:

madureira disse...

ah, se tiver que dar um tiro no pé mesmo, sem outra solução, tem que mirar pra pegar bem de raspão e já estar com mertiolate, algodão, gaze, esparadrapo e band-aid da hello kitty. No seu caso, é claro. No meu poderia ser do batman, talvez.
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aí eu daria um jeito de demonstrar que a merda não foi feita por mim, que tentei corrigir e quando vi estava com essa .380 na mão.
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e na maior parte das vezes, eu juntaria os documentos sim, na cara dura. um bom centroavante quando não dá pra pular espera o zagueiro furar e arma o chute pro gol. o teu marido deve saber isso, com o nome que tem (preclusão da outra parte em alegar a intempestividade, após a primeira oportunidade).
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e vai lá no dobê ver o motivo da minha desgraça, essa noite.
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bom fim de semana!

madureira disse...

só pra constar, eu tenho muito medo quando leio vc escrevendo sobre essas feiras do livro: não compra terra dos homens, não, por favor. eu juro que não esqueci, apesar de viver esquecendo.

Helena disse...

Eu estava lá na Feira mais ou menos na mesma hora que tu. Devemos ter nos cruzado :)
Quanto ao post lá no Certain Regard, não é bem isso. Te resumo: meu chefe me chamou, muito sério, e disse que queria falar em particular. E começou a me criticar e disse que por tudo isso, ia me dar um aumento. Eu fiquei meio sem reação e disse que não tinha entendido. Aí ele começou a rir muito. Foi isso :)

~*Vica*~ disse...

Bah, tô querendo ter uma conversa séria dessas com meu chefe!! Hehehe. Eu quase entendi tudo. Só não entendi a parte do aumento.

Virgínia disse...

Migo! Dei um tiro no pé mas pelo menos foi com dignidade e rebatendo a argumentação trazida no parecer da procuradoria do estado. Seja o que Deus quiser. Alea jacta est, como gosta de dizer a minha mãe.