Mostrando postagens com marcador cinema. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cinema. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Filmes Argentinos


Há 2 filmes argentinos em cartaz em Porto Alegre, imperdíveis, na minha opinião:


Ambos tratam do ser humano: o que nos aproxima, o que nos afasta. Enquanto um retrata uma amizade insólita, o outro mostra a cidade de Buenos Aires como elemento que une e separa as pessoas ao mesmo tempo.

São filmes bem feitos, leves, divertidos, tristes; tudo na medida certa. Retratam o que há de mais humano nos humanos: as interações sociais e a capacidade que temos de utilizá-las, ainda que inadvertidamente, como fonte de mudança.

Parece ser esse o ponto central de ambos os filmes: mudança. É necessário mudar, deixar o passado para trás, e então ir adiante. Ambos falam não só de amor, como de cura: primeiro você precisa esperar, deixar a ferida cicatrizar, assim você consegue ir adiante, consegue ver do que precisa. Nesse processo de cura entram as outras pessoas: as personagens dos dois filmes são solitárias mas, com a interferência de outros  conseguem passar pelo luto, pela dor, até a casquinha da ferida cair e mostrar a pele nova embaixo.

Quanto aos filmes, devo dizer que a premissa dos dois é extremamente criativa. Sem grandes efeitos especiais, poucos cenários (até porque a cidade de Buenos Aires é um cenário fantástico por si mesma), poucos e bons atores. O suficiente para trabalhos excelentes, entretenimento e também ponto de partida para discussões filosóficas, porque não?

Os dois estão em cartaz no GNC do Shopping Moinhos, e também no Unibanco Arteplex. #ficadica

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Post 5 de fevereiro - Sobre cisnes e a ausência do querer

Meu dia hoje foi longo. Por isso escrevo esse post tão tarde.
Hoje fiz muitas coisas sob um sol escaldante.
Saímos para almoçar na Lancheria do Parque, tradicional "point" Portoalegrense, porque o namorado queria comer lá.
Eu confesso que prefiro o lugar no inverno. No verão é muito cheio, muito quente, e bastante sujo.
Mas a comida estava boa e dali fomos atrás de um brique, porque eu queria ver coisas para a minha nova casa, como louças e talheres, que tenho praticamente nenhum.
A tal loja estava fechada, mas caminhamos no sol em busca de apartamentos para alugar.
Sim, estou me mudando, mas ainda não encontrei um novo lugar para morar.
Depois disso acabamos rumando a um shopping center, porque o calor realmente estava exagerado.
Lá, encontramos uma amiga e fomos buscar refúgio no cinema, e escolhemos o filme do momento: Cisne Negro (Black Swan).
Confesso que o filme não me impactou tanto quanto eu pensei.Todos estão falando tanto sobre o filme, e sobre a performance da Natalie Portman, que eu esperava mais. Bem mais.
Depois do filme, fomos "jantar" no McDonald's, onde o atendimento é cada vez pior.
Demos tchau pra nossa amiga e fomos encarar um supermercado, em busca de víveres para comer amanhã. No supermercado, encontrei uma conhecida e o marido, com o bebezinho deles. Um fofinho, super simpático, riu muito pra mim.
Agora estou aqui, passando a limpo o dia de hoje.
Black Swan não foi tudo aquilo que eu esperava, mas foi o bastante para eu pensar em certas coisas.
Perfeccionismo, superação, libertação... esses são alguns dos temas do filme. Mas não só isso, o filme também fala sobre alcançar o que se quer.
Nina, a personagem de Natalie Portman queria muito ser a bailarina principal. Era para isso que ela se esforçava.
E eu? Esforço-me pelo quê?
Nisso estou pensando agora.
Se, por um lado, para ela atingir o que ela queria, ela teve de virar, praticamente, outra pessoa; por outro, ela conseguiu uma espécie de liberdade. Ainda assim, parece-me, não valeu a pena. Do meu ponto de vista. Quem já viu o filme talvez entenda o meu raciocínio.
Mas estou pensando nisso: será que eu me transformaria em outra pessoa pelo que quero? Será que eu seria capaz de me entregar por completo a um desejo?
Pelo visto, eu não sou capaz de nada disso. Meu perfeccionismo esbarra em minha preguiça. Minha dedicação esbarra na minha falta de desejo.
Eu quero ser mãe. Mas eu sempre coloco empecilhos a esse desejo.
Eu quero morar em outro país. Continuo aqui. Por quê?
O que será necessário a alguém obter as coisas que quer? Perder-se em si mesmo? Assassinar o lado bonzinho do caráter e assumir aquele lado negro e praticamente incontrolável?
Será que disciplina cega e obstinação sem medidas são o caminho? 
Ou será que estou exagerando e ainda não alcancei as coisas que digo querer porque, no fundo, não as quero tanto assim?
Hoje foi apenas um sábado. Eu não fiz nada de heróico, de diferente, ou de desafiador. E, no entanto, estou aqui: pensando. No que eu quero pra mim, pelos próximos 30 anos. Graças a um cisne perturbado.
Talvez eu esteja enganada. Talvez o filme tenha me impactado mais do que eu esperava.
Mas estou apenas divagando.

------------
Texto que eu escrevi para o Projeto 3Meia5. Só que mandei ele na madrugada, agorinha. Será que vai ser publicado? Não sei, mas espiem o projeto lá. É muito legal.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Dia 02 - Filme preferido

Essa também é difícil, mas acho que dos últimos tempos é Na Natureza Selvagem. Trilha sonora perfeita, triste, tocante.

domingo, 11 de julho de 2010

Le Petit Nicolas

Ontem fomos assistir esse filme no Guion Center, ali no Nova Olaria, na Lima e Silva. É uma graça de filme! Divertido, leve, com criancinhas fofas que falam francês! O Pequeno Nicolau é uma história em quadrinhos muito popular na França (muito popular mesmo, é como a Mafalda na Argentina). O filme mostra algumas das aventuras da personagem e de seus amiguinhos. Mas todo elenco é ótimo, inclusive os adultos. Vale muito a pena assistir.

E pra quem gosta de cinema, ainda dá tempo de aproveitar o Fantaspoa 2010. A seleção tá bem eclética, até comédia romântica tem. Tem uns filmes violentos demais, na minha opinião, mas tem outros que parecem muito bons. Vai até dia 18/07, próximo domingo, com sessões no Santander, no CineBancários e na Sala PF Gastal (Gasômetro).

Finalmente terminei de ler Frenêsi Polissilábico, do Nick Hornby. Foi uma leitura prazerosa, um livro sobre livros, bem interessante. Mais parece que ele está conversando com o leitor, tem bons momentos de crítica literária, e outros de besteirol total. Mas eu já tinha muitos e muitos livros na minha lista de leitura mental, e agora tenho outros tantos mais, graças ao Hornby. Espero que Borges esteja certo, e depois que eu morrer, meu paraíso, ou mesmo meu limbo, seja uma biblioteca. Claro, há dias em que a gente prefere fazer outras coisas a ler. É preciso viver, não é mesmo? Mas a leitura é algo essencial para mim, não sei viver sem.
Agora tenho que terminar o Prozac Nation, e já deixei No Coração das Trevas na espera, que esse livro é do desafio literário. Ando meio relapsa com o desafio, eu sei, mas já li bastante dos títulos da minha lista.
Em julho, eu deveria ler um livro que foi adaptado para o cinema. Escolhi About a Boy e deixei O Guia do Mochileiro das Galáxias como reserva. Bom, eu não li About a Boy, apesar de ter o livro, e só vi o filme. Mas li O Guia do Mochileiro das Galáxias há meses já, e ainda não vi o filme. Depois vou resenhar o Guia, que é um livro bem legal.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

I heard it through the grapevine


O Leitor me faz crer que algumas coisas que eu penso condizem muito com a realidade, como algumas pessoas podem, verdadeiramente, destruir vidas alheias, num sentido muito íntimo e tão profundo que é difícil que as outras pessoas entendam, embora possam notar.
Como certas coisas em nossa juventude nos marcam para todo o sempre. E pensando em algumas cenas desse filme, me veio uma frase de outro filme na cabeça, no caso, O Curioso Caso de Benjamin Button: "We are defined by opportunities, even the ones we miss".
No embate entre Kate Winslet e Cate Blanchet, tenho lá minhas dúvidas... acho que fico com a Cate com C. Mas espero que a Meryl Streep vença. Gostaria de ver o filme dela, mas tô querendo passar longe de filmes tristes, como esse O Leitor.
Achei essa imagem nesse blog, que fez uma crítica bem interessante e, devo concordar, Kate Winslet está mais para coadjuvante. O garoto alemão, David Kross, que é uma graça, é que é o dono do filme, de verdade. E Ralph Fiennes está divino, como sempre, mas também em segundo plano.
Quero ir assistir a Poppy, quando será que estreia?


domingo, 30 de novembro de 2008

Queime depois de ler


Assisti hoje e adorei. O novo filme dos irmãos Cohen é um barato! Divertidíssimo! O Brad Pitt é um palhaço e tá engraçadíssimo nesse filme, como um personal trainer burro e metido a esperto. Quem não viu, tem de ver!

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Melinda & Melinda


Eu jurava que já tinha escrito sobre esse filme aqui, mas talvez tenha sido no outro.
Hoje pensei nesse filme e gostaria de revê-lo. Acho que é um filme um tanto subestimado, é um dos poucos do Woody Allen no qual ele não aparece (me corrijam se estiver errada, faz uns 3 anos que eu assisti). Acabei de me lembrar, ele aparece sim, só que apenas no começo.
Fui ler sobre o filme no IMBD e vi que muitas reviews dizem que o filme é medíocre, mas eu gostei. Gosto dessa coisa de duas perspectivas para a mesma história. Já tinha gostado disso em "Ele disse, Ela disse", clássico com o Kevin Bacon (do tempo em que ele era tri gatinho e eu o amava de paixão).
Voltando ao "Melinda & Melinda", são duas histórias sobre a vida de Melinda, interpretada pela atriz Radha Mitchell (que fez o péssimo 'Silent Hill'). Mas é a mesma personagem, em duas versões, como a boa e a má. Na verdade, numa das versões as coisas dão certo pra ela e na outra dá tudo errado, mas tudo errado mesmo. Mas as duas histórias partem do mesmo ponto.
Eu sempre acho que tudo é uma questão de perspectiva. Minha vida pode ser maravilhosa, mas também pode ser horrível, depende de como encaro as coisas e como me comporto. E como disse a Belly ontem: reclamar cansa e daí a pessoa fica sem energia para fazer coisas legais.
Então eu continuo achando que otimismo é tudo e que essa gente que adora se queixar procura pêlo em ovo até achar. Porquê? Apenas para dizer que têm razão, quando, muitas vezes, não adianta nada ter razão.
I just want to prove my point. Quantas vezes eu não me f... só pra provar que eu estava certa? Para mostrar que as coisas eram mesmo péssimas e etc. Não vale a pena. Simplesmente não vale a pena.
A verdade é que me diverti muito com esse filme. Preciso comprar logo um DVD player para ver esses filmes mais antiguinhos. Muito a fim de rever Clube dos 5, Ele disse - Ela disse, Os Goonies (sim!!) e vários outros.

terça-feira, 29 de julho de 2008

I want to believe


Apesar da gripe comendo esse corpinho que vos escreve, fui ao cinema ver The X Files - I want to believe. Gostei, nada demais, mas gostei. A musiquinha toca e bate aquele saudosismo. Mas depois do Californication, perdi completamente o respeito pelo David Duchovny... já não tinha muito mas, tipo, Hank Moody é o cara.
Fora isso, sensação de patinar no gelo, sem sair do lugar. E a rádio do last.fm brincando comigo e tocando Faith do George Michael e Ashlee Simpson... Ashlee Simpson é parecida com Jack Johnson??? Ã?? Pior é que até gosto dessa musiquinha, Pieces of Me.
E amanhã, trabalho, trabalho, trabalho...

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Good friends to save the day


Feriadinho da preguiça... eu atirada em casa... lá pelo meio da tarde eu me lembro que existe celular, pego o meu, 3 mensagens, mas nem deu tempo de ler, a Dani me ligando: tá e aí? Offline? Fora do ar?
Tomei um banho e nos jogamos pro parcão. Daí rumamos pro Moinhos pra encontrar a Taci e nos atiramos dentro do cinema para ver... tcharan... não, não foi o Indiana Jones, mas sim a outra versão daquele filminho da Julia Roberts (me deu branco agora). O Melhor Amigo da Noiva, com o Patrick Dempsey, a quem os anos só fizeram bem. O filme, claro, é bem sessão da tarde, ou filme de mulherzinha. Nevertheless, muito bom. Divertido, leve, perfeito pra uma tarde como a de hoje. Para finalizar o dia, cafézinho no Press da Hilário, com direito a garçon super atencioso.
Dia light, porque amanhã eu trabalho, graças às minhas best-est friends ever.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Stranger than fiction...


Me abri pro Will Ferrell nesse filme, "Mais Estranho que a Ficção". Esse cara geralmente faz comédias idiotinhas como o Ricky Bobby e Zoolander, mas nesse filme ele está ótimo como um cara certinho que tem medo de sair da rotina e acaba virando personagem de livro. O filme é muito bom, acho que já escrevi sobre ele aqui. E como cheguei de novo nesse filme? Por causa de Leslie Bibb, que contracena com ele em Ricky Bobby e está no super AFU IRONMAN. Fomos na estréia ontem e o filme é muito bom. Meu querido Robert Downey Jr deu mesmo a volta por cima com esse filme, é muuuuito bom. Tem um Jeff Bridges que eu também amo irreconhecível careca e de barba e uma Gwyneth Paltrow ruivinha que está uma fofa. Eu amei, amei, amei o filme!! Agora estou louca para ver o Indiana Jones.

E amanhã vou pra Sampa, nem acredito!!!

domingo, 27 de abril de 2008

E tive que vir aqui...


... dizer que a diferença cultural é mesmo muito grande, mas o resultado é fantástico!

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Verdadeiro espanto.


Finalmente terminei de ler O Passado. Com absoluto pavor cheguei ao final e achei o livro um verdadeiro soco: na cara, no estômago. Medo de pessoas assim. Horror de pessoas assim. Vidas imaginárias, em que se é feitor, ao mesmo tempo em que se é escravo. Estou até com medo de ver o filme, de visualizar certas passagens do livro.

De qualquer forma, é um livro MUITO bom. Muito bom mesmo. Como há tempos eu não lia um livro de ficção assim tão bom.

Vai o trecho sobre a verdade, que me caiu como uma luva, porque é o que aconteceu na minha vida.


"E enquanto começava a pensar que talvez isso explicasse a sorte catastrófica da verdade humana - isso: não o fato de que não houvesse verdade, como sustentavam muitos, mas o fato de que a verdade vinha sempre fora de hora, quando o enigma a que dava resposta já fora esquecido, e jamais caía nas mãos daqueles que a procuravam ou que dela necessitavam -, Rímini ouviu um som estranho, um atrito de couros, um tilintar opaco..."

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

O Perfume - história de um assassino


Quando entrei na faculdade, eu era um rato de biblioteca. Em muitos intervalos entre as aulas eu ia para a Biblioteca da PUC, e ficava caminhando entre as estantes, procurando algo que me chamasse a atenção. Um livrinho fino, de capa preta, que tinha apenas "O Rato" escrito na lombada me interessou, e eu o devorei num intervalo... na contracapa, havia algo sobre "O Perfume" de Patrick Süskind, uma comparação entre os livros. Fiquei com vontade de ler, mas na Biblioteca da PUC, pelo menos em 1996, este livro não estava disponível, então acabei não lendo.
A linda Rachel Hurd-Wood, com lindos cabelos acobreados (já falei que amo essa cor? Já, eu sei, mas não canso de repetir) ... acabei de simpatizar ainda mais com ela ao descobrir que ela foi a Wendy, do Peter Pan, num seriado da BBC...

Domingo, vi o filme baseado nesta obra. Ele não é um filme tão bom, mas é bem feito, e a história é muito instigante. Talvez porque eu seja muito sensível a cheiros... então todas as imagens me instigaram a imaginar o cheiro que a personagem principal, Jean-Baptiste, estava sentindo. A história é realmente interessante, o filme tem uma bela fotografia, e agora eu simplesmente terei que ler esse livro.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Filmes


Vimos anteontem "A Noiva Perfeita", lá no Guion. Comédia romântica francesa, bem legal, gostei do filme. Achei que ele era mais comédia, mas tá bem ao estilo americano, água com açúcar, mas claro, que, como o filme é francês, tem umas piadas melhores e nada de escatologia. Para quem estiver a fim de um filme leve, recomendo.

Depois do natal e antes do ano novo, eu fui no Guion, também, assistir "O Amor nos Tempos do Cólera" com a Taci. Eu tenho quase certeza que escrevi sobre isso aqui, e o Nelson até me mandou e-mail me perguntando onde estava o post, mas realmente não sei. Não tem post e como eu apago os comentários que eu recebo no e-mail, eu não tenho como saber... de qualquer forma, já passou tempo que eu vi o filme e ainda não sei se gostei. Eu já tinha comentado no blog do Enkyl que eu amei a trilha sonora. As músicas da Shakira são lindas e eu baixei todas, com ajuda da Carol, no dia seguinte, que eu acho que foi 27 de dezembro. O problema do filme, eu não sei, mas acho que foi a caracterização. O Bardem, como já não é nenhum garotinho, está bem como um senhor de 70 e poucos anos, já a bella ragazza que ele ama, uma tal Giovanna Mezzogiorno, ficou péssima com aquela maquiagem e não parece, nem aqui, nem na China, uma senhora de mais de 70 anos.

Eu não sei explicar, mas o que eu tinha escrito no comentário que eu fiz no blog do Daniel foi que eu achei que os atores estavam meio deslocados, suas personagens pareciam muito independentes uma da outra... e eu não gostei do Bardem, simplesmente não gostei, achei a interpretação dele muito afetada.

De qualquer forma, como eu disse, as músicas são ótimas, e a história também, do grande Gabo. Se alguém quiser os mp3 das três músicas da Shakira é só me pedir, que eu mando por e-mail.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

2008 no Senegal

Tá quente pra caramba, né? Eu não posso reclamar, já que tava pedindo pelo verão há tempos. Brabo é ir bater perna nesse 'solzinho'. Esse começo de férias em casa tem sido como um feriado prolongado. Resolvemos fazer uma viagenzinha curta e bacana. Conto no outro blog.

Esse ano temos muitos planos de viagens e espero que possamos colocá-los todos em prática. A princípio, está tudo ok.

Abrir esse blog foi uma das minhas resoluções de ano novo. Seguindo o conselho do Marcelo.

Passamos o reveillon em casa e vimos os fogos da sacada. Foi romântico e ótimo, o único problema é que eu resolvi abrir a segunda garrafa de espumante e isso me estragou. Cheguei à conclusão de que minha tão afamada resistência ao trago acabou-se. Três taças de espumante são o meu novo limite e cerveja não posso mais tomar, porque me estraga completamente.

Tiramos 4 filmes para assistir no feriadão: 23, Eu os declaro marido e Larry, Um beijo a mais e Alpha Dog. Vimos eles na ordem inversa que eu citei.

Alpha Dog é baseado na história do Jesse James Hollywood, que foi preso aqui no Brasil em 2005 e foi o criminoso mais jovem a entrar para a lista dos mais procurados do FBI. O filme é bem razoável, e dá uma raiva desgraçada de ver aquele bando de idiotas fazendo uma estupidez atrás da outra. Confesso que não fiquei chocada, mas sim indignada com tanta burrice.

Um beijo a mais é pra ser uma comédia dramática ou uma drama com pitadas de comédia, um filme romântico, e, pra ser sincera, eu esperava mais dele. A trilha é ótima, tem Imogen Heap e Coldplay, o que mais se pode querer? Chorei, chorei, mas porque ele tocou fundo em feridas minhas e não porque seja assim tão bom.
Eu os declaro marido e Larry é muito bom. Dos 4 que locamos, foi o melhor. Adam Sandler é sempre engraçado e o filme lida com o preconceito contra homossexuais de uma maneira que eu achei leve e divertida. Vale a pena.
23... bom, simplesmente MUITO ruim esse filme. Um lixo. Meu amado já tinha locado e eu tinha me recusado a assistir. Ele insistiu, locou de novo, e acabamos vendo. É péssimo. Muito ruim mesmo. Nada emociona, nada dá medo, nada surpreende. Não perca tempo.
Editei esse post pra dizer que vi na HBO o filme Stranger than Fiction, e achei muito bom. Recomendo. Adorei.
Fora isso, hoje tive que ir pro centrão, bater perna, pagar contas, e acabei passando pelo Mac Donald's pra comer um mac lanche feliz, só pra ganhar uma bonequinha da Pucca, fofíssima!

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Caveira!


"Tropa de elite, osso duro de roer, pega um, pega geral, também vai pegar você!"

E pegou. Finalmente fui assistir o filme. Achei fantástico. Sensacional. Merece um Oscar, merece prêmios, merece Cannes e Sundance. Li a reportagem da Veja antes de assistir. Li o idiota do Diogo Mainardi (ele é que nem a Martha Medeiros, um texto muito bom para 9 muito ruins).

Como disse a Dani: puro entretenimento. Mas tem realidade também, e essa realidade é a polêmica da coisa, né? Na boa, eu tava na faculdade e pensava exatamente como Matias, nunca gostei de maconheiros. Quem fuma 'um' ajuda a comprar armas pra bandido e ponto final. Discurso de direita? Pode ser. Não vou dizer que todo mundo tem opção de não ser bandido. A frase que abre o filme diz muito sobre ele, mas não sei se concordo na integralidade. Ainda estou pensando se há, ou não, esteriótipos no filme. Me parece que os burgueses foram todos esteriotipados, porque eu defenderia a polícia com a mesma veemência que Matias a defendeu na aula de sociologia. Isso desde o meu primeiro semestre de faculdade. E o Caio Junqueira, gente? Faz eras que ele não aparece na tv, mas é um puta ator. Nem vou falar do Wagner Moura, acho ele feio que é um raio, mas sou fã do cara desde o Carandiru.

Eu ainda não sei se o consumo de drogas é mesmo caso de saúde pública sempre. Claro, é, é, mas não sempre. Eu volto depois para escrever mais, o jetlag ainda tá pegando e segundo a Wikipedia, pode durar vários dias... sensação nada agradável. Aqui tem um textinho interessante sobre o filme.

domingo, 14 de outubro de 2007

Zodíaco


Falaram bem, falaram mal, eu só sei que gostei do filme. A história é muito mais interessante porque é verdadeira. Fiquei com vontade de ler o livro. Eu gostei do Mark Ruffalo. Ele não está na sua melhor forma, por assim dizer, mas aquela voz é algo.

Sei que deve ter sido mesmo horrível, absurdamente horrível tu saber quem é o criminoso e não poder fazer nada! Não tinha CSI, né??? Eu acho que um FDP daqueles tinha que ser torturado pelo resto da vida pelo que ele fez. Mas o que aconteceu? Ficou um tempo preso por pedofilia e no resto do tempo teve uma vida "normal", sem grandes sobressaltos. Isso me deu uma raiva!

Depois o filme mostra o problema que é as polícias dos Estados Unidos não serem unificadas. É quase como ocorre com a polícia civil aqui no Brasil, não há nada unificado, o cara é foragido ali em Santa Catarina e vem pro Rio Grande do Sul tem ficha limpa, mó bagunça. Assim é fácil ficar impune.

O que o diretor pretendia mostrar mesmo é como a obcessão de umas pessoas em descobrir o criminoso acabou arruinando a vida delas. Principalmente a personagem principal, e o jornalista Paul Avery, vivido pelo sempre ótimo Robert Downey Jr (aliás, porque será que ele sempre faz papel de bebum e drogado??? hehehehe). No geral, eu acho que o filme vale ao menos pelo interesse histórico.

sábado, 13 de outubro de 2007

Simpathy for Mr. Vengeance


Ontem assistimos ao primeiro filme da trilogia sobre vingança do coreano Park Chan-Wook, Mr. Vingança ou Simpathy for Mr. Vengeance. O primeiro que tínhamos assistido foi Old Boy que, na minha opinião, continua sendo o melhor dos três. Depois vimos Lady Vingança no cinema, e ontem o Sr. Vingança. Mas, na verdade, há dois senhores vingança nesse filme, que é bem diferente dos outros dois, e ambos acabam se dando mal. Bom, a verdade é que as personagens vingativas, de um jeito ou de outro, acabam se dando mal em sua busca pela vendetta.

Eu achei, no entanto, que as mensagens de cada filme são bem diferentes. A personagem principal do Sr. Vingança é um idiota. Na boa, um baita idiota que só faz merda. Ele não tinha que se vingar de ningué, tinham era que se vingar dele, para ele deixar de ser imbecil. Depois a história vai ficando mais interessante, quando entra o segundo Mr. Vengeance em cena. Essa personagem é bem melhor e aí o filme fica mais veloz. No começo, é meio lento e meio chato mesmo.

De qualquer forma, vale a pena assistir, para tentar montar o quebra-cabeças da trilogia. Só que Old Boy é, realmente, o melhor.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

O ouvinte noturno


Vimos um filme ontem, bem instigante. O nome em inglês é esse aí do título, mas em português eu esqueci. Mas não é difícil de achar. Tem o Robin Willians e a Toni-Muriel-Collete, que eu adoro. A personagem dela é uma doida varrida que me lembrou muito uma pessoa que eu conheci o ano passado.
Mas, como quero recomendar o filme, não vou dizer qual é a loucura da personagem.
O filme também é interessante porque o Robin Willians é gay. Um papel bem diferente para este ator de comédias. Mas ele é ótimo, realmente um ótimo ator. Vale a pena ver esse filme, eu não dava nada, mas me surpreendeu.

sábado, 7 de abril de 2007

Medo, muito medo.

Assistam aqui.