Bah, eu sou péssima nisso! Mas achei um site e fiz o que deu.
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terça-feira, 24 de agosto de 2010
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Calor, cerveja e livros.
No findi passado fugi para o litoral gaúcho para não experimentar a tal sensação térmica de 51 graus anunciada para Porto Alegre. Na sexta, eu e minha hermanita fomos no Barra Shopping. Ela também é rata de livraria como eu, e acabamos comprando uns livros. Ela, livros de autores brasileiros. Eu, acabei comprando por R$14,90, um livro de uma autora francesa, na tradução para o inglês. Chama-se Bonjour Tristesse, de Françoise Sagan. O livro é pequeno e gostoso de ler. A autora tinha só 17 anos quando o escreveu e é a história de uma garota, também de 17 anos, que num verão na Riviera Francesa (ah! que inveja!) descobre o sexo, descobre também que sexo e amor não são a mesma coisa, e que ela pode ser má, muito má. Trata-se de Cécile, uma menina que estudava num colégio de freiras até ir morar com o pai, um bon vivant. Eles levam uma vida frívola, de festas e diversões, sem maiores responsabilidades. Ela tem 17 anos, mas fuma e bebe sem parar. O pai aluga uma casa no litoral francês, para onde vai também uma de suas "amigas". Lá Cécile vive dias de sol e mar, sem qualquer responsabilidade ou preocupação, até conhecer um jovem por quem ela pensa se apaixonar e até a chegada de Ane, uma amiga de sua falecida mãe.
O livro é bem interessante porque mostra um pouco do que era o jeito francês de levar a vida naquela época, a trama é simples, mas o livro é muito bem escrito e tem um senso de humor refinado.
Virou um filme francês e lendo o livro eu pensei que daria mesmo um bom filme. Recomendo muito.
Agora estou lendo Julie & Julia, e o livro é tão, mas tão diferente do filme! Nossa, completamente diferente e muito melhor. Quase chorei de rir com uma passagem hoje, sobre os gatos (sim, a autora tinha 3 gatos, e não apenas um, como aparece no filme). Continuo lendo, também, Mulheres que Correm com os Lobos e estou achando genial. Acho que todo mundo deveria ler, homens e mulheres, porque ele é muito esclarecedor.
Fora isso, algumas coisas bem tristes que aconteceram, outras nem tanto, e a gente aprende que a vida é muito curta para perdermos tempo com bobagens.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Uma carta para Cléo

Querida Cléo,
Não sinta tanto medo. Seu mundo não está em colapso. Ele apenas está se transformando. Você está deixando de ser quem era, para ser você mesma.
Eu sei que tenho lhe deixado um tanto na mão. É um processo pelo qual nós dois estamos passando agora. Você é forte, e você consegue aguentar. Você não está sozinha. Você precisa lembrar de que não está sozinha. Há muitas pessoas ao seu redor que lhe amam e se preocupam com você.
Embora eu não esteja ao seu lado fisicamente, meus pensamentos estão. Eu beijo as suas mãos, eu lhe faço cafuné. Eu lhe abraço e digo: vai ficar tudo bem.
Você sabe que vai, por mais difícil que seja acreditar nisso. Você sabe que você merece que tudo fique muito bem.
Eu sei que não tenho respondido às suas cartas. Sei que isso lhe entristece. Mas não fique triste. Você tem tantos motivos para sorrir, muito mais motivos do que eu.
Guarde aquela pedrinha para mim. Eu prometo que vou buscá-la.
Com carinho,
D.
Não sinta tanto medo. Seu mundo não está em colapso. Ele apenas está se transformando. Você está deixando de ser quem era, para ser você mesma.
Eu sei que tenho lhe deixado um tanto na mão. É um processo pelo qual nós dois estamos passando agora. Você é forte, e você consegue aguentar. Você não está sozinha. Você precisa lembrar de que não está sozinha. Há muitas pessoas ao seu redor que lhe amam e se preocupam com você.
Embora eu não esteja ao seu lado fisicamente, meus pensamentos estão. Eu beijo as suas mãos, eu lhe faço cafuné. Eu lhe abraço e digo: vai ficar tudo bem.
Você sabe que vai, por mais difícil que seja acreditar nisso. Você sabe que você merece que tudo fique muito bem.
Eu sei que não tenho respondido às suas cartas. Sei que isso lhe entristece. Mas não fique triste. Você tem tantos motivos para sorrir, muito mais motivos do que eu.
Guarde aquela pedrinha para mim. Eu prometo que vou buscá-la.
Com carinho,
D.
sábado, 13 de junho de 2009
Cevas & Blogs
A sequência de fotos mostra o trágico momento em que Fanny Weber transforma-se em zumbi e tenta devorar o cérebro de Luci Cobalchini, que luta desesperadamente para sair viva do ataque.
Ontem teve mais um Cevas & Blogs e me desculpem por não saber em que edição está. Foi meu primeiro e eu adorei! Tava muito divertido, conheci pessoalmente mais algumas arrobinhas, dei muitas risadas!
Segue a lista de presenças:
Eu - @tiedyepoa / @vicabuzz
Taci
Thiago - @thiagoeh
Fanny Weber
Karla Nazareth
Thais Coimbra - @thaiscoimbra
Thiago Ferronatto - @tferronatto
Luci Cobalchini - @ace_of_hearts
Edgar Demutti - @edgarpinky
Alana Pereira - @bamp
Rafaela Cosma - @rafaelacosma
@rodrigo_dias
@deaballe
@xavier_picard
@pierobarcellos
@nathaliagrun
e o Matias, que chegou depois e eu não sei quem é!! (Ok, descobri, ele é @flatlining)
Vou colocar as outras fotinhos no flickr, ok?
domingo, 24 de maio de 2009
Til Kingdom Comes
Findi tudo de bom em Itapuã. A natureza é puro amor.
Steal my heart and hold my tongue.
I feel my time, my time has come.
Let me in, unlock the door.
I've never felt this way before.
The wheels just keep on turning,
The drummer begins to drum,
I don't know which way I'm going,
I don't know which way I've come.
Hold my head inside your hands,
I need someone who understands.
I need someone, someone who hears,
For you, I've waited all these years.
For you, I'd wait 'til kingdom come. Until my day, my day is done. And say you'll come, and set me free,
Just say you'll wait, you'll wait for me.
In your tears and in your blood,
In your fire and in your flood,
I hear you laugh, I heard you sing,
"I wouldn't change a single thing."
The wheels just keep on turning,
The drummers begin to drum,
I don't know which way I'm going, I don't know what I've become.
For you, I'd wait 'til kingdom come,
Until my days, my days are done.
Say you'll come and set me free,
Just say you'll wait, you'll wait for me.
Just say you'll wait, you'll wait for me.
Just say you'll wait, you'll wait for me.
terça-feira, 21 de abril de 2009
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Got a problem? I ain't got a solution.

Conversando com dois amigos durante a tarde no Gtalk, entre um prazo e outro, sobre problemas, deles, meus, nossos(?), eu pensei que, muitas vezes, a gente não fica tão desolado em função dos próprios problemas, por não sabermos como resolvê-los ou por acharmos que as soluções que se apresentam não são as melhores, mas simplesmente porque não queremos resolvê-los. Tem horas que a gente queria ser criança de novo, pra nossa mãe vir e deixar tudo ótimo como estava antes do brinquedo quebrar, do joelho ralar, do cachorro latir, do amiguinho nos mostrar a língua... e isso é o que causa o desalento. Na maior parte das vezes, ainda que tanto os problemas, como as soluções sejam difíceis, nós sabemos o que fazer. Apenas relutamos. Esperando que alguém solucione pela gente.
A verdade é que depois que a gente aceita que isso não vai acontecer, arregaça as mangas e começa a trabalhar pela solução do problema, tudo melhora, vem o alívio (a real felicidade, na opinião de um desses amigos) e a gente relaxa um pouco. Mas enquanto a gente não faz isso, a gente sofre, se tortura, chora, briga, grita, fica jururu, tem chilique, toma café demais, come demais...
Essa semana a urucubaca tá pegando geral... tô aqui com meu cactus, meu spray de arruda, vou levar uns incensos pro escri, porque Deusolivri! Amigas queridas fazendo operações, outros amigos doentes, com problemas, affe. Mas vai passar, há de passar.
A verdade é que depois que a gente aceita que isso não vai acontecer, arregaça as mangas e começa a trabalhar pela solução do problema, tudo melhora, vem o alívio (a real felicidade, na opinião de um desses amigos) e a gente relaxa um pouco. Mas enquanto a gente não faz isso, a gente sofre, se tortura, chora, briga, grita, fica jururu, tem chilique, toma café demais, come demais...
Essa semana a urucubaca tá pegando geral... tô aqui com meu cactus, meu spray de arruda, vou levar uns incensos pro escri, porque Deusolivri! Amigas queridas fazendo operações, outros amigos doentes, com problemas, affe. Mas vai passar, há de passar.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Amigo secreto virtual

Só pra divulgar essa iniciativa bem legal, eu estou participando. Pra participar, vá lá. As inscrições vão até amanhã.
COMO PARTICIPAR:
Deixe seu
Nome, Endereço de Blog e e-mail,
no haloscan ou mande por e-mail.
As inscrições vão de 01/12 à 09/12.
No dia 10/12,você ficará sabendo quem é seu amigo!
E a revelação será feita dia 16/12 (Terça-Feira).
Os presentes não são "reais, mas presentes virtuais, como: lays, gifs, montagens, poemas...
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Música boa, companhia boa...
Eu desejo o mesmo pra você, eu não sou sua inimiga. Pense o que quiser. Eu não sou sua inimiga. A verdade é que a vida é curta demais, não perca tempo comigo, não perca tempo com aquilo que você diz que não lhe importa, a vida é curta demais. Eu queria que você tivesse grandes amigas como eu tenho. Grandes amigas mesmo. De confissões, de medos, de coragem, de amor, de ódio, de tudo. Aquelas com quem tu compartilhas a alma. E se eu te escrevo isso, é porque gosto de você. Te vejo como uma criança, alguém que está apenas aprendendo, começando, tateando. Been there, done that, um dia talvez tu vás pro exterior, um dia talvez tu vás além. Enquanto isso, perdoa os soluços dele, perdoa o mau humor, ri de ti mesma, porque a vida é curta, curta, curta, e até quando a gente quer acertar, a gente erra. Eu bebo muita cerveja, rio de mim mesma, ouço música e desejo, desejo tudo de bom que há no mundo, pra mim e pra ti, porque o mundo é grande, o mundo é cheio de coisas belas, pessoas boas e amor. Amor acima de tudo, amor que me fez comprar camisetas iguais pra mim e pro meu namorado, amor que é o que me faz perdoar quem precisa do meu perdão, amor que me faz amar quem me ama, amor que me leva adiante, amor que me faz amar ainda mais aquele que soluça na minha frente, amor que me faz amar ainda mais essas crianças minhas e querer muito uma criança minha (por pouco tempo, mas ainda assim, minha), amor que me leva pra frente, que me move, que me faz desejar, pensar, vislumbrar.... amor no coração, amiga, amor no coração. Amo-te, amiga, amo-te, amor, amo-te, amigo, amo-te, mãe, amo-te, irmão, amo-te, irmã. Pai, um dia te perdôo, juro.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Divã cura perebas?

Em tempos nos quais a informação multiplica-se exponencialmente (veja aqui), e tudo é muito, muito rápido, e três das advogadas aqui do escritório fazem terapia (eu uma delas), fora as várias amigas que fazem terapia (quase todas, a bem da verdade), tendo Jojô afirmado que o divã tudo cura, eu pergunto: cura pereba?
Brincadeira a parte (tendo em vista que semana passada, resultado do estresse dos últimos meses, estourou no meu lábio superior uma herpes monstra), divã ajuda a curar muitas coisas, claro. Fazemos terapia tentando ser melhores. Em quê, exatamente, ainda não descobri. Nevertheless, melhores. Ou tentamos sofrer menos, também. Às vezes eu tenho a sensação de não sair do lugar na terapia, voltar sempre pro mesmo ponto, pros mesmos assuntos... coisas que talvez eu venha tentando digerir há anos, sem muito sucesso. Isso me irrita. Deve fazer parte do processo, talvez a cada retorno eu cave mais um pouquinho, um pouquinho mais fundo, pra ver se chego no âmago da coisa. Atrás de teias de aranha, sujeira e medo, tem um coração que bate. Sujeira é aquele lixo dos outros, quase ancestral, ao qual vamos acrescentando o nosso lixo. E aí, o que fazer com tudo isso? Conselho do baú da fortuna: para atrair coisas boas, primeiro devemos nos livrar das ruins. Certo, comofas? Por via das dúvidas, incenso de limão.
Talvez sejamos nós mesmos, ao mesmo tempo, nosso gato e rato. Freud talvez explique. Será?
Brincadeira a parte (tendo em vista que semana passada, resultado do estresse dos últimos meses, estourou no meu lábio superior uma herpes monstra), divã ajuda a curar muitas coisas, claro. Fazemos terapia tentando ser melhores. Em quê, exatamente, ainda não descobri. Nevertheless, melhores. Ou tentamos sofrer menos, também. Às vezes eu tenho a sensação de não sair do lugar na terapia, voltar sempre pro mesmo ponto, pros mesmos assuntos... coisas que talvez eu venha tentando digerir há anos, sem muito sucesso. Isso me irrita. Deve fazer parte do processo, talvez a cada retorno eu cave mais um pouquinho, um pouquinho mais fundo, pra ver se chego no âmago da coisa. Atrás de teias de aranha, sujeira e medo, tem um coração que bate. Sujeira é aquele lixo dos outros, quase ancestral, ao qual vamos acrescentando o nosso lixo. E aí, o que fazer com tudo isso? Conselho do baú da fortuna: para atrair coisas boas, primeiro devemos nos livrar das ruins. Certo, comofas? Por via das dúvidas, incenso de limão.
Talvez sejamos nós mesmos, ao mesmo tempo, nosso gato e rato. Freud talvez explique. Será?
terça-feira, 7 de outubro de 2008
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
O Aleph

Ia começar a ler o Coetzee, mas a capa negra d'O Aleph me atraiu mais. Borges é uma leitura que eu me devo há muito tempo. Comecei ontem e estou quase na metade. Impressiona a cultura, a maestria no uso das palavras, a cadência, a fluidez, a velocidade quase meteórica do raciocínio. Preciso ler Borges em espanhol, para lê-lo em sua essência.
*****
Shouldn't we all be grateful to live, but I mean really LIVE? To lead our lives the way we want, making the mistakes we decide to, wishing for things we can actually achieve, loving, being loved, hating, being hated, being able to travel, to have pets, to have a family, to cook, to walk, to see, to hear, to make love, to play, to see the sunset, to see the sunrise, to feel the cold salty water of the ocean? I ask you: shouldn't you be forever grateful for that? For having a life, fulfilling your days with things you want to do, even if you need to work, you have your arms and legs, you have all your teeth and a beautiful smile, you have your hair to take care of, you have children to play with, books to read, music to listen to, a world to see?
*****
Não é nem questão de pensar que alguém sempre está pior do que você. Mas sim pensar no quanto você está melhor. É ver a felicidade alheia e ficar feliz porque os outros são felizes. Olhar para trás e ver que o que está por vir será ainda melhor. Agradecer por tudo o que teve. Eu olho as fotos dos meus amigos em orkuts e flickrs da vida e acho ótimo. Que eles guiem a própria vida. Que sorriam e amem. Que conheçam lugares que eu não conheço e me contem depois como foi. Que gostem de músicas que eu não gosto. Que façam suas próprias escolhas, mesmo que eu não concorde. Assim como meus amigos podem não concordar com as minhas escolhas. A magia está em cada um encontrar seu caminho. E trilhar caminhos paralelos. E cruzar caminhos. Separar-se, reencontrar-se, sorrir. Amar sempre. Todas essas praias, sorrisos, festas, copos de bebida, músicas, tudo isso me encanta. A vida em si mesma me encanta. Me encanta saber que alguém esteve onde talvez eu nunca vá estar, porque este alguém me dá um pedaço disso quando me deixa fazer parte da sua vida. Páre de reclamar. Páre de invejar a vida alheia. Vá viver a sua vida, que é cheia de encantos. Hoje é um começo. Amanhã é um começo. Sempre é tempo de começar.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
TAC = Termo de Ajuste de Conduta

Meus amiguinhos andam com essa "moda". Usando um instrumento criado pelo Direito Ambiental, eles tentam agir em prol de colocar planos e vida em movimento. Tentam mudar de atitudes em busca de uma vida menos ordinária. E não, eu realmente não acho que todo mundo quer uma vida menos ordinária, pelo contrário. A mediocridade impera. Bom, enfim, tergiversei, pra variar.
Depois de ouvir uma crítica sobre a minha pessoa hoje (nada agressivo, mas sim construtivo), eu resolvi que quero implementar novas atitudes. Tive um sonho também, cuja lembrança começou a voltar durante a manhã, que também serviu como crítica. Fora a preocupação que estou sentindo com relação a pessoas queridas e o sentimento de muito egoísmo que impera ao mesmo tempo, já que muitas vezes eu penso que não queria me preocupar com ninguém e gostaria de virar ermitã e reclusa (na medida do possível), já que quero pensar só em mim.
Mas por essas e outras tantas razões, eu quero tentar atitudes que eu sempre resisti durante esses meus longos (e ao mesmo tempo curtos) 30 anos de existência. Uma delas é não ser tão fechada. A outra é dizer mais o que me vem na mente, não ficar guardando tanto e ser tão cheia de dedos com as pessoas que eu amo (com as outras eu não tenho consideração, não tenho mesmo). Uma coisa que vem a calhar no momento é que fui designada para um projeto especial de trabalho que me tirou da minha rotina. Outra, é que terei 10 sonhados dias de férias, em breve. E viajarei, depois de anos, sozinha. Sei que isso vai ser ótimo, ótimo mesmo. Vai me refrescar a mente, me deixar mais leve, vai me dar o tempo que eu preciso pra mim. Ainda não elaborei bem o meu TAC, mas ao menos estou pensando a respeito.
Depois de ouvir uma crítica sobre a minha pessoa hoje (nada agressivo, mas sim construtivo), eu resolvi que quero implementar novas atitudes. Tive um sonho também, cuja lembrança começou a voltar durante a manhã, que também serviu como crítica. Fora a preocupação que estou sentindo com relação a pessoas queridas e o sentimento de muito egoísmo que impera ao mesmo tempo, já que muitas vezes eu penso que não queria me preocupar com ninguém e gostaria de virar ermitã e reclusa (na medida do possível), já que quero pensar só em mim.
Mas por essas e outras tantas razões, eu quero tentar atitudes que eu sempre resisti durante esses meus longos (e ao mesmo tempo curtos) 30 anos de existência. Uma delas é não ser tão fechada. A outra é dizer mais o que me vem na mente, não ficar guardando tanto e ser tão cheia de dedos com as pessoas que eu amo (com as outras eu não tenho consideração, não tenho mesmo). Uma coisa que vem a calhar no momento é que fui designada para um projeto especial de trabalho que me tirou da minha rotina. Outra, é que terei 10 sonhados dias de férias, em breve. E viajarei, depois de anos, sozinha. Sei que isso vai ser ótimo, ótimo mesmo. Vai me refrescar a mente, me deixar mais leve, vai me dar o tempo que eu preciso pra mim. Ainda não elaborei bem o meu TAC, mas ao menos estou pensando a respeito.
sábado, 2 de agosto de 2008
terça-feira, 27 de maio de 2008
Friends are forever...

A nossa amizade começou num banheiro. Eu não sei se ela vai lembrar disso. A gente já se conhecia, mas eu não achava nada dela, em particular. Tempos depois ela me confessou que achava que eu era uma plasta, uma mosca morta e ficou muito surpresa em ver como não sou nada disso. Mas aquele banheiro foi palco do nascimento de uma grande amizade, ah foi. O que estávamos fazendo lá? Ela retocando o batom, eu? Sei lá. As duas matando aula, provavelmente. E o que tínhamos em comum? Descobrimos conversando a esmo. Cada uma falando do seu então namorado e concluimos que os dois eram irmãos gêmeos! Hahahaha!! Não podiam ser mais parecidos.
Os namorado se foram, mas a amizade segue, firme e forte. Eu não sou boa para datas, mas já faz tanto tempo desde aquela conversa no banheiro do Direito da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul... antes da Gigi, e antes de tanta coisa, né amiga?
Os namorado se foram, mas a amizade segue, firme e forte. Eu não sou boa para datas, mas já faz tanto tempo desde aquela conversa no banheiro do Direito da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul... antes da Gigi, e antes de tanta coisa, né amiga?
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Sweet 16
Essa sou eu, aos 16 anos. A de branco. Acreditam nesse cabelão? Essa moça continua minha amiga, mas os cabelos dela também mudaram. O tempo passa rápido demais...
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Good friends to save the day

Feriadinho da preguiça... eu atirada em casa... lá pelo meio da tarde eu me lembro que existe celular, pego o meu, 3 mensagens, mas nem deu tempo de ler, a Dani me ligando: tá e aí? Offline? Fora do ar?
Tomei um banho e nos jogamos pro parcão. Daí rumamos pro Moinhos pra encontrar a Taci e nos atiramos dentro do cinema para ver... tcharan... não, não foi o Indiana Jones, mas sim a outra versão daquele filminho da Julia Roberts (me deu branco agora). O Melhor Amigo da Noiva, com o Patrick Dempsey, a quem os anos só fizeram bem. O filme, claro, é bem sessão da tarde, ou filme de mulherzinha. Nevertheless, muito bom. Divertido, leve, perfeito pra uma tarde como a de hoje. Para finalizar o dia, cafézinho no Press da Hilário, com direito a garçon super atencioso.
Dia light, porque amanhã eu trabalho, graças às minhas best-est friends ever.
Tomei um banho e nos jogamos pro parcão. Daí rumamos pro Moinhos pra encontrar a Taci e nos atiramos dentro do cinema para ver... tcharan... não, não foi o Indiana Jones, mas sim a outra versão daquele filminho da Julia Roberts (me deu branco agora). O Melhor Amigo da Noiva, com o Patrick Dempsey, a quem os anos só fizeram bem. O filme, claro, é bem sessão da tarde, ou filme de mulherzinha. Nevertheless, muito bom. Divertido, leve, perfeito pra uma tarde como a de hoje. Para finalizar o dia, cafézinho no Press da Hilário, com direito a garçon super atencioso.
Dia light, porque amanhã eu trabalho, graças às minhas best-est friends ever.
sábado, 17 de maio de 2008
Insensível
Eu gostaria de ajudar, mas não consigo.
Cheguei à conclusão de que eu sou mesmo a tal "Rainha do Choque de Realidade", como diziam as minhas amigas.
A verdade é que, apesar de eu já ter sentido isso na pele, eu praticamente saí sozinha, então não entendo como outras pessoas não conseguem se levantar. A única luz que eu tive naquela época, em que eu vivia realmente em total desespero, foi a compreensão do meu irmão. Ele ter conseguido enxergar o que os outros não viam, foi o que bastou pra mim. Foi meu empurrãozinho para cima, para fora do poço.
Eu odeio autocomiseração. Odeio selfpity. Talvez por isso eu também tenha reagido, já que eu sei que jamais vou me tornar alguém que eu mesma possa odiar. Selfloathing, outra coisa detestável, né?
Eu faço um esforço mas não consigo entender como uma pessoa que supostamente tem tudo, não se dá valor, não se respeita, não sacode a poeira... Mas talvez a melhor ajuda seja exatamente o que meu irmão fez por mim, apenas dizer estou aqui, vejo você, entendo você, mesmo que você não entenda tudo.
Cheguei à conclusão de que eu sou mesmo a tal "Rainha do Choque de Realidade", como diziam as minhas amigas.
A verdade é que, apesar de eu já ter sentido isso na pele, eu praticamente saí sozinha, então não entendo como outras pessoas não conseguem se levantar. A única luz que eu tive naquela época, em que eu vivia realmente em total desespero, foi a compreensão do meu irmão. Ele ter conseguido enxergar o que os outros não viam, foi o que bastou pra mim. Foi meu empurrãozinho para cima, para fora do poço.
Eu odeio autocomiseração. Odeio selfpity. Talvez por isso eu também tenha reagido, já que eu sei que jamais vou me tornar alguém que eu mesma possa odiar. Selfloathing, outra coisa detestável, né?
Eu faço um esforço mas não consigo entender como uma pessoa que supostamente tem tudo, não se dá valor, não se respeita, não sacode a poeira... Mas talvez a melhor ajuda seja exatamente o que meu irmão fez por mim, apenas dizer estou aqui, vejo você, entendo você, mesmo que você não entenda tudo.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Terra da Garoa
São Paulo é tudibom! Isso eu já sabia. Foi ótimo reencontrar Fábio e Edna, conhecer o Daniel-San que é um fofo, conhecer Loo, Samir e Júlio. A Loo foi testemunha ocular da grana que eu gastei!! Hahahaha!! Para encerrar a visita, janta num restaurante árabe ótimo, com uma companhia divertidíssima!
Pena que não deu pra ver a Ju, mas ela teve uma emergência canina.
A minha volta à realidade hoje foi bem foda. Dia inteiro correndo e sem comer. Aliás, ainda estou sem comer, porque comprei um salgado na padaria aqui perto que não deu pra comer nem a metade, de tão ruim... só me resta esperar meu marido salvador, que trará uma pizza redentora... depois eu conto mais, tô podre e nem desfiz as malas...
Pena que não deu pra ver a Ju, mas ela teve uma emergência canina.
A minha volta à realidade hoje foi bem foda. Dia inteiro correndo e sem comer. Aliás, ainda estou sem comer, porque comprei um salgado na padaria aqui perto que não deu pra comer nem a metade, de tão ruim... só me resta esperar meu marido salvador, que trará uma pizza redentora... depois eu conto mais, tô podre e nem desfiz as malas...
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